
O texto de Vani Moreira Kenski trabalhado na disciplina de TIC no dia 21/09/09, inicia expondo sobre a “tecnologia de inteligência” enquanto uma linguagem criada para permitir a comunicação entre os diferentes espaços e tempos. Além disso, fala sobre os novos meios de comunicação que ampliam o acesso a notícias e informações a todas as pessoas.
A autora refaz a história dos tipos de linguagem utilizados pela civilização.
A linguagem oral foi a primeira a ser desenvolvida e era particular de cada grupo perpetuando sua cultura e sua memória para as gerações seguintes, possibilitando diálogos, transmissão de informações, avisos e notícias.
Com o surgimento da linguagem escrita que se torna uma ferramenta para a ampliação memória e para comunicação, democratiza-se o acesso a diversas informações e liberta a obrigatoriedade da memorização antes essencial na linguagem oral.
A terceira linguagem citada por Kenski é a linguagem digital que engloba aspectos da oralidade e da escrita em novos contextos, porém, rompe com as narrativas circulares e repetidas da oralidade e a arbitrariedade seqüencial e contínua da escrita. A linguagem digital é dinâmica, aberta, fragmentada, rápida e descontínua, permitindo o acesso e a comunicação entre diferentes pessoas, espaços e tempos de todo mundo. Ela cria uma nova cultura e uma outra realidade informacional, constituindo novos conhecimentos, valores e atitudes.
A autora ainda cita em seu texto as Redes enquanto “articulações gigantescas entre pessoas conectadas com os mais diferenciados objetivos”. Também chamada de rede das redes, a internet é um local de interação entre as pessoas no ciberespaço. Os usuários das Redes devem estar em intensa e contínua aprendizagem e inovação, pois os conteúdos e ferramentas estão em constante desenvolvimento.
Sobre a Televisão digital Vani ressalta a interatividade e a acessibilidade que ela proporciona permitindo o recebimento de dados e interação, com possibilidade de responder e trocar informações. Ainda permite a gravação de programas, a escolha do horário para assistir o programa que deseja e garante ao telespectador alta definição de imagem e som.
Para finalizar a autora destaca que as redes não têm centro ou liderança, pois existe uma diversidade de elementos conectados em permanente movimento. Além de as TICs evoluírem com rapidez.
A autora refaz a história dos tipos de linguagem utilizados pela civilização.
A linguagem oral foi a primeira a ser desenvolvida e era particular de cada grupo perpetuando sua cultura e sua memória para as gerações seguintes, possibilitando diálogos, transmissão de informações, avisos e notícias.
Com o surgimento da linguagem escrita que se torna uma ferramenta para a ampliação memória e para comunicação, democratiza-se o acesso a diversas informações e liberta a obrigatoriedade da memorização antes essencial na linguagem oral.
A terceira linguagem citada por Kenski é a linguagem digital que engloba aspectos da oralidade e da escrita em novos contextos, porém, rompe com as narrativas circulares e repetidas da oralidade e a arbitrariedade seqüencial e contínua da escrita. A linguagem digital é dinâmica, aberta, fragmentada, rápida e descontínua, permitindo o acesso e a comunicação entre diferentes pessoas, espaços e tempos de todo mundo. Ela cria uma nova cultura e uma outra realidade informacional, constituindo novos conhecimentos, valores e atitudes.
A autora ainda cita em seu texto as Redes enquanto “articulações gigantescas entre pessoas conectadas com os mais diferenciados objetivos”. Também chamada de rede das redes, a internet é um local de interação entre as pessoas no ciberespaço. Os usuários das Redes devem estar em intensa e contínua aprendizagem e inovação, pois os conteúdos e ferramentas estão em constante desenvolvimento.
Sobre a Televisão digital Vani ressalta a interatividade e a acessibilidade que ela proporciona permitindo o recebimento de dados e interação, com possibilidade de responder e trocar informações. Ainda permite a gravação de programas, a escolha do horário para assistir o programa que deseja e garante ao telespectador alta definição de imagem e som.
Para finalizar a autora destaca que as redes não têm centro ou liderança, pois existe uma diversidade de elementos conectados em permanente movimento. Além de as TICs evoluírem com rapidez.
KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologias: O novo ritmo da informação-Campinas, SP: Papirus, 2007. Capítulo 2, p. 27-42.

É isso aí meninas..rs...mão as obra!
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